terça-feira, 12 de setembro de 2017

2018 começou em Contagem





2018 começou em Contagem
Candidatos pelo PT e PCdoB levantam bandeiras. Caminhos escolhidos podem ser prejudiciais ao município.

Ex-prefeita aparece
Ao levantar a bandeira contra a regularização e o desenvolvimento sustentável em Vargem das Flores, Marília Campos mostra que continua carregando a bandeira do retrocesso.

A região tem mais de 100 mil habitantes. Se fosse um município seria maior que Nova Lima e Ouro Preto. É a mais pobre do município e com pior estrutura. Também a mais violenta.

Dor de cotovelo
Em 2009 Marília Campos tentou emplacar um projeto de desenvolvimento na região. Não conseguiu.

Estratégia
Marília escala ex-assessor e associação fictícia. A AproVargem. Uma associação que segundo sua página no facebook, foi fundada em Setembro de 2016 e realizou 2 ações. O seu lançamento e uma oficina.
A página também serve como replicadora de postagem da deputada.
Essa, sua principal função.

Realidade x Discurso
Foram 12 anos de Carlin e Marília. Os problemas de Vargem das Flores só se agravaram. É preciso parar de demagogia barata.  Uma ida ao  Google Maps mostra a atual realidade. E é preciso encarar essa realidade. O modelo posto já se mostrou ineficaz. Se nada for feito vai ficar muito pior. Hoje a região é Zona Rural. Como Zona Rural sabe o que o município pode fazer? Nada. Muito menos combater a ocupação irregular, desmatamento e esgoto clandestino. Isto é função do Incra. Arrumar a casa, regulamentar o que precisa, gerar estrutura, oferecer boa condição de vida, desenvolvimento sustentável  preservando o que ainda existe. Cuidando da nossa água. Este é o desafio para Vargem das Flores.

Ilustre turista
O secretário Ricardo Farias dá o ar da graça na cidade.

Fofoca de bastidor
Dizem que ele andou tão sumido de Contagem que precisou ligar o GPS para chegar na Câmara. Que maldade.

Motivo da visita
Ricardo Faria veio para Contagem dizer que a cidade não precisa cobrar IPTU. Mas não deu uma palavra sobre os 47 Milhões de reais da saúde que o governo de Minas está devendo para o município.

É muito dinheiro
47 milhões de reais. Este o valor que o Governo de Minas deve para a saúde em Contagem. Grana da saúde.

Pergunta que não quer calar
Vai pagar quando?

quinta-feira, 31 de agosto de 2017

Alunos da rede pública de Contagem ganharão notebooks para estudar



Ao anunciar que alunos da rede pública de Contagem ganharão modernos notebooks reversíveis que se transformam em tablets, que serão usados como cadernos digitais, o prefeito de Contagem, Alex de Freitas, inicia um novo ciclo na rede municipal de educação. Sejamos justos: foi um anúncio histórico.

Ao todo, cerca de 5000 notebook/tablets serão entregues para todos os alunos e professores do 6º ano — antiga 5ª série.

Além dos notebooks, Alex anunciou, ao lado do secretário municipal de Educação, Joaquim Gonçalves — o professor Joaquim — a instalação de lousas digitais nas salas de aula.

Trata-se de um investimento ousado: cerca de R$15 milhões somente na aquisição dos equipamentos. Outros  R$ 3 milhões serão aplicados na estruturação das redes Wi-Fi que serão instaladas nas escolas.

É um projeto sem igual em toda a América do Sul.

O projeto vinha sendo elaborado a cerca de seis meses, com a supervisão direta do próprio Alex de Freitas, com a parte pedagógica sob os cuidados da Secretaria de Educação e a articulação técnica da Secretaria de Planejamento — destacadamente o diretor de Tecnologia da Informação, Paulo Moreira, e toda sua equipe.   

Não se tem notícia, em Contagem, de escolas particulares que tenham uma sala de aula tão moderna.


Alex de Freitas transformará em realidade o uso sonhado de tecnologias em sala de aula, antes tido como distante — ou inalcançável — pela maioria dos professores, gestores e pedagogos  brasileiros.  


sexta-feira, 18 de agosto de 2017

E por que que não fez?




Gerir uma cidade do tamanho de Contagem, terceira maior população do Estado de Minas Gerais, com baixos repasses do governo estado e do governo federal — em meio a uma grave crise econômica —  pede novas fontes de arrecadação.

Prefeito que foi, Carlin sabe (ou deveria saber) a falta que faz os recursos vindos do IPTU.

Por isso a participação do PCdoB na audiência pública na Câmara Municipal é muito estranha, para dizer o mínimo. Sobretudo a do ex-prefeito, cuja votação recebida deixou clara a desaprovação do seu governo.   

Somente no setor da Saúde, Carlin deixou entre os problemas mais visíveis um prédio da Nova Maternidade funcionando somente com a estrutura da antiga maternidade — que já funcionava nas dependências do Hospital Municipal.

Apenas dois andares funcionavam. 

Problemas como infiltrações, rachaduras, banheiros que não funcionam, vazamento em caixas d’água, mofos, falta de medicamentos, além de portas e janelas danificadas eram comuns no hospital.  

Ainda prefeito — e com a nova maternidade já inaugurada — sob a gestão de Carlin uma mulher deu a luz na sala de espera da maternidade. Como se não bastasse, a falta de apoio médico fez com que o recém-nascido caísse no chão.

Ao inspecionar o hospital, o recém empossado prefeito Alex de Freitas (PSDB) revelou um setor inteiro desativado à imprensa.  

Em entrevista para o jornal Estado de Minas, o atual secretário de Saúde, Bruno Diniz disse que várias viaturas do Samu estavam paradas por falta de manutenção. “Muitas estão com pneus em péssimo estado. Somente duas estão funcionando sem nenhum problema”.  

Se dava para fazer uma gestão assertiva e eficiente sem os recursos do IPTU, então porque que Carlin não fez?


segunda-feira, 14 de agosto de 2017

Ministério Público de Contas cria embaraço para Carlin e Marília




A notícia de que tanto Carlin Moura (PCdoB) quanto Marília Campos (PT) foram acusados pelo Ministério Público de Contas de lesar os cofres públicos do município de Contagem com a renúncia da cobrança do IPTU residencial, quando prefeitos, cria embaraço político aos dois e pode representar um risco à carreira política de ambos.

Isso porque, em razão das irregularidades, o procurador Marcílio Barenco Corrêa de Mello pede, em sua representação, que cada um dos ex-prefeitos pague uma multa de R$ 35 mil, e que fiquem impedidos de ocupar cargos públicos durante cinco anos por ato de improbidade administrativa.

A representação foi encaminhada ao conselheiro do Tribunal de Contas do Estado de Minas Gerais (TCE-MG), Sebastião Helvécio — sorteado para ser o relator —  que aguarda um parecer da equipe técnica no TCE para emitir seu relatório.

O procurador também pediu que a Câmara Municipal de Contagem reanalisasse a prestação de contas dos mandatos de ambos com base em parecer que encontrou prática de “atos ilegais, ímprobos e antieconômicos”.

Ainda segundo o procurador, os ex-prefeitos cometeram irregularidades “insanáveis” em razão de “graves omissões de natureza patrimonial, fiscal, contábil, orçamentária e financeira” nas leis e atos municipais que regulam a isenção do IPTU.

Marília e Carlin foram acusados de “omissão” e de terem agido com interesses políticos e eleitorais ao não cobrar o imposto dos moradores de Contagem.


A matéria detalha que, somente entre os anos de 2014 e de 2016, o caixa da Prefeitura de Contagem deixou de receber exatos R$ 516.222.568,00.

Já o ex-prefeito Ademir Lucas, “pai” da isenção, não responderá à ação em razão da prescrição (perda de prazo para punição).

Caso se confirme, Marília e Carlin podem ficar inelegíveis por conta da isenção do IPTU residencial.   



domingo, 30 de julho de 2017

Foi quase, Ademir...






O ex-prefeito Ademir Lucas (PR) vive profunda exaustão eleitoral. Ele perdeu as últimas quatro disputas ao comando do Prefeitura de Contagem (2004, 2008, 2012 e 2016), e as duas últimas eleições para deputado estadual (2010 e 2014).

Muitas e extensas são as razões do seu esgotamento político. Não convém esmiuçá-las aqui. Ele vem adiando o anúncio do óbvio: o fim da sua vida pública.   

Mas no final do ano passado um fato soprou um ar de nova esperança para sua trajetória política: o retorno da cobrança do IPTU residencial, provocado pelo Ministério Público de Contas do Estado de Minas Gerais, e aprovado pela Câmara Municipal de Contagem.

Foi Ademir, em seu primeiro mandato como prefeito de Contagem (1989 - 1993), que iniciou a isenção da cobrança do IPTU residencial. Essa é uma das suas maiores bandeiras políticas. A medida atravessou os últimos 27 anos, com um breve retorno somente durante a gestão do ex-prefeito Paulo Mattos.

Ademir voltou à cena política da cidade, pouco após sua última derrota nas urnas com um suspiro qualquer de nova aspiração política, participando de reuniões em que relembra a paternidade da isenção e garantindo que, se possível, voltaria com a dispensa do pagamento.

A impossibilidade jurídica de retornar a isenção em consequência da Lei de Responsabilidade Fiscal é um detalhe.

Tudo caminhava para a disputa de uma das cadeiras da Assembleia Legislativa. Suas aspirações futuras, entretanto, voltaram a tropeçar em seu passado.

O publicitário Marcos Valério, operador o mensalão petista, mineiro e do mensalinho de Contagem, em nova tentativa de homologar sua delação premiada — a fim de reduzir seu tempo de prisão — abriu sua caixa de segredos, implicando vários políticos mineiros. Entre esses, Ademir Lucas.  

Ele contou que Ademir conseguiu com o Banco Rural o valor de R$ 6 milhões, repassados através de um empréstimo via agência SMPB, para sua campanha à prefeitura. Tudo combinado com a diretoria do banco. A contrapartida de Ademir era auxiliar o Banco Rural a receber das construtoras Tratex e Andrade Gutierrez um valor que lhe era devido, por intermédio de contratos com a Prefeitura de Contagem.

"Ademir Lucas pagou o débito junto às construtoras e entregou a elas o serviço de coleta de lixo da cidade. Quem operava era a empresa Dragagem Paraopeba, que repassava um percentual do contrato às duas construtoras. A Dragagem Paraopeba também teria assumido outras obras da prefeitura, ao custo de repasses para o prefeito de Contagem, secretários municipais e assessores", é  que registra a matéria publicada pelo jornal O Tempo, na última quarta-feira (26/7). 

Ademir negou "peremptoriamente" as acusações. Negou ter recebido "R$ 1 de quem quer que seja, a não ser dentro dos preceitos legais da época".  "Tem mais de 15 anos que eu saí da prefeitura, nunca apareceu nada meu. Não é verdade e não sei porque ele está fazendo isso. Ele não comprova nada disso porque não é verdade. É coisa de maluco. Há mais de 15 anos eu saí da prefeitura e nunca falou-se nada disso, nem ele mesmo, e agora fala isso? Eu acho que isso deve ter outro viés. O fato é que eu estou tranquilo, não fui citado em nada, nem comunicado em nada. A delação tem que vir com provas", respondeu o ex-prefeito.


Triste sina a de Ademir...

segunda-feira, 19 de junho de 2017

Alex de Freitas reforça compromisso com expansão do Metrô em Contagem



     O retorno para o PSB, a crise pela qual atravessa o PSDB, a expansão do metrô e o retorno da cobrança do IPTU residencial, herdado do governo passado, foram alguns dos temas abordados pelo prefeito de Contagem, Alex de Freitas, em entrevista publicada no jornal Hoje em Dia, nessa segunda-feira (19).

   Alex falou da sua passagem pela PSB, das relações que ainda mantem com alguns socialistas e não negou que recebe convites para filiação, não somente do PSB, mas como de outras legendas. Ele destaca, porém, que segue leal a sigla tucana.  “Saímos com uma dívida de campanha que foi assumida pelo partido. O PSDB vai ter que repensar, se refundar. O momento agora é para que as lideranças encarregadas de refundar o partido pensem nisso. Na hora que precisarem, vou emitir minhas opiniões”.

   Sobre o IPTU, o prefeito de Contagem reconheceu que ainda existe muita resistência por parte da população, fruto de uma incompreensão gerada pela forma como o tema foi politicamente explorado. “Tenho uma avaliação tranquila, porque o limite de atuação do governante é a lei e, nesse caso, o Ministério Público demorou, mas entrou no jogo e acertou. Ao tomar conhecimento da questão, embora eu não tivesse poder para interferir, fui consultado e tomei conhecimento do procedimento preparatório feito pelo Ministério Público de Contas e notamos que ele estava coberto de razão. A lei foi aprovada pela Câmara, promulgada e não resta alternativa que não seja cumprí-la ou responder criminalmente”, destacou.

  Sobre a expansão do metrô, Freitas deixou escapar que os estudos realizados pela Metrominas (empresa criada para planejar e implantar os serviços de transporte de passageiros sobre trilhos na Região Metropolitana de Belo Horizonte, da qual o município de Contagem detém ações, juntamente com o Governo do Estado e o município de Belo Horizonte), prevêem três novas estações em Contagem, com um custo entre R$ 600 e R$ 650 milhões. “Mas pelo menos uma das estações, que é a Novo Eldorado, estou muito disposto a tocar sozinho”.





terça-feira, 6 de junho de 2017

Diga me por quem tu erras!




Toda e qualquer liderança precisa ter muita habilidade e inteligência. Esses dois atributos têm faltado ao movimento Libertas Minas, em sua tentativa de reverter a cobrança do IPTU residencial em Contagem, aprovado no final do ano passado. 

Duas estratégias adotadas pelo movimento colocam em cheque a “astúcia” política do movimento.

Primeiro, a orientação que tem feito às pessoas para que procurem o Juizado Especial de Contagem (Pequenas Causas), para processar por “danos morais” o atual prefeito, Alex de Freitas, pela volta do IPTU. O Libertas Minas entende que Alex teria causado danos morais ao descumprir essa promessa de campanha.

O Libertas Minas desconsidera dois dados básicos:  Primeiro, que a volta da cobrança do IPTU foi aprovada pela Câmara Municipal de Contagem na legislatura passada, quando Alex ainda não era o prefeito.

A volta da cobrança do IPTU foi encaminhada pela Câmara ao então prefeito de Contagem, Carlin Moura (PCdoB) que, numa “jogada ensaiada”, vetou o decreto, deixando a assinatura do projeto para o então presidente da Câmara, o vereador Teteco (PMDB). 

À época, o então colunista de política do jornal Hoje em Dia, Orion Teixeira, explicitou o que chamou de “Farsa montada em Betim e Contagem para cobrar IPTU”. “A armação”, explicou o colunista, “consiste na aprovação do projeto de cobrança pelos vereadores, como já foi feito, e imediato veto dos prefeitos, como também já foi feito. A partir daí, haverá tempo hábil para que os vetos sejam encaminhados às Câmaras, onde os vereadores derrubariam o veto e o presidente do Legislativo promulgaria a nova lei, com vigência a partir de janeiro”.

Ao questionar o compromisso formado em cartório Alex de Freitas e William Barreiro, o Libertas Minas desconsidera que o compromisso firmado por eles registra a “isenção do IPTU nos termos da lei vigente”.

Alex e William herdaram essa situação do governo anterior sem margem para reverter a situação.

Espera-se do melhor do espírito democrático a convivência pacifica e respeitosamente com as divergências e a pluralidade das ideias. 


Da mesma forma, espera-se daqueles que se propõe a liderar um segmento da sociedade um mínimo de honestidade intelectual. 

Pelo menos isso...


2018 começou em Contagem

2018 começou em Contagem Candidatos pelo PT e PCdoB levantam bandeiras. Caminhos escolhidos podem ser prejudiciais ao município....